
A Nova Central Sindical de Trabalhadores do Estado do Paraná (NCST/PR) esteve presente, nesta sexta-feira (16), na 111ª Reunião Extraordinária do Conselho Estadual do Trabalho, Emprego e Renda (CETER), que definiu os valores do Piso Mínimo Regional Paranaense para o ano de 2026. A reunião foi realizada na sede da Secretaria de Estado do Trabalho, Qualificação e Renda, em Curitiba.
Representando a NCST/PR, o presidente Denilson Pestana da Costa participou ativamente do processo de debates e deliberação, reafirmando o compromisso da Central com a defesa do poder de compra, da valorização do trabalho e da recomposição das perdas inflacionárias sofridas pelos trabalhadores e trabalhadoras do Paraná.
Os valores aprovados pelo CETER passam a vigorar a partir de janeiro de 2026 e contemplam reajuste com reposição da inflação de 2025, estimada pelo INPC, além de ganho real, garantindo avanços concretos para as categorias abrangidas pelo piso regional.
De acordo com a tabela apresentada pelo DIEESE/ER-PR, os novos valores mensais ficaram definidos da seguinte forma:
Os reajustes variaram entre 5,83% e 6,11%, assegurando ganho real entre 1,85% e 2,12%, além da reposição inflacionária estimada em 3,90% para 2025.
Para o presidente da NCST/PR, Denilson Pestana da Costa, a definição do piso mínimo regional é uma ferramenta fundamental de justiça social:
“A participação das centrais sindicais é essencial para garantir que o piso regional não seja apenas um número, mas um instrumento real de proteção da renda e de valorização do trabalho. A NCST/PR segue firme na defesa de reajustes que assegurem reposição da inflação e ganho real para os trabalhadores paranaenses.”
A NCST/PR reforça que continuará acompanhando a tramitação do projeto que institui os novos valores e atuando de forma permanente nos espaços de diálogo social, defendendo políticas públicas que promovam emprego, renda e dignidade para a classe trabalhadora.
NCST/PR – Na luta por trabalho digno e valorizado.
